Gostei do conceito!

“Um leitor vive mil vidas antes de morrer. O homem que nunca lê só vive uma.”

George Martin

De junho a setembro esteve patente em Ghent, na Bélgica, junto a uma vinha, uma biblioteca ao ar livre denominada pelo seu criador, o artista Massimo Bartolin, “Bookyard”. As pessoas podiam circular livremente, folhear, apreciar, ler entre as 12 estantes de livros colocadas no local. Os livros foram fornecidos pelas livrarias locais e poderiam ser adquiridos no local.
Ao ver estas imagens, neste dia de chuva, ocorreu-me que bom seria um belo piquenique com uma manta naquele relvado, boa companhia e um bom livro. Por cá temos muitos espaços aprazíveis onde se poderia fazer uma experiência parecida, não por livrarias, mas em que cada um poderia por à disposição livros seus. Contribuiria com vários que tenho encaixotados na garagem por falta de espaço em casa, podendo assim o prazer da minha leitura transformar-se, ou não, num prazer partilhado por muitos outros, a custo zero através da reutilização de livros. Mas num país em que pouca ou nenhuma importância se dá à cultura e em que o civismo deixa muito a desejar, tenho sérias dúvidas! Foi apenas algo que me ocorreu!   

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