We loved Amesterdam …

Finalmente, o post que estava na calha para ser feito há mais de 1 mês, mas não houve tempo, sobre a nossa passeata em Amesterdão e na Holanda.

Amesterdão é uma cidade muito bonita, acolhedora, segura e que convida aos passeios a pé, ou de bicicleta para os mais aventureiros, pelas suas ruas, pontes e ao longo dos seus canais. Amesterdão deve o seu nome ao rio Amstel e ao facto de, na idade média, na praça central da cidade existir um Dam – dique, e como tal ficou conhecida por Amesterdam. A praça principal de Amesterdão continua a chamar-se Dam, embora já não tenha nenhum dique, e é onde se localiza o palácio real.


Palácio Real na Praça Dam 

Tem imensos turistas, os nativos são simpáticos, prestáveis e falam inglês fluentemente! Há um MacDonalds e um FEBO a cada esquina (quase), tem algumas atrações turísticas semelhantes às de Londres como por exemplo: a Madame Tussauds e o Amesterdan Dungeons. 

(FEBO)

É uma cidade com uma boa rede de transportes públicos mas, como é relativamente pequena, os principais museus e atrações turísticas situam-se num raio de 2-3 km do centro da cidade. Optámos por andar sempre a pé, o que nos permitiu ter outro feeling da cidade. 


As suas ruas são muito menos iluminadas que as nossas, raras são as casa que têm cortinas e/ou estores, à noite passeando nas ruas podemos observar o interior das casas e as rotinas dos seus habitantes e verificar que têm casas “práticas”, arejadas e arrumadinhas. Fiquei com vontade de tirar os cortinados das nossas janelas, talvez fosse um incentivo para passar a ser “arrumadinha” mas parece-me que os pequenos não se acanham pela falta de cortinadas … e os graúdos também não :). 


Amesterdão tem vários museus interessantes, o preço ronda os 15€ por visita e, como pretendíamos visitar vários, optámos por comprar o Holland Pass e compensou bastante mas existem outras modalidades.

O que mais gostámos: 
– fazer um passeio de barco pelos canais, passam junto às grandes atrações turísticas e permitem ter contacto com um pouco da história de Amesterdão e dos seus canais. 
– visitar o Rijksmuseum – arte, história e cultura da Holanda

Nigth Watch – um dos quadros mais famosos de Remebrant e a sua réplica 3D na praça Rembrant

(um relógio onde a cada minuto que passava um senhor, que parecia estar lá dentro, apagava os ponteiros e voltava a redesenhá-los com a hora certa 🙂 


– visitar o Van Gogh museum – o artista que pintava nas costas das suas telas e/ou por cima de outras telas, tinha dificuldade em desenhar em perspectiva, trabalhou e desenvolveu estratégias para ultrapassar esta sua dificuldade, desenhou muitos autoretratos  e só vendeu 1 quadro enquanto era vivo. O reconhecimento da sua obra chegou uns bons anos depois da sua morte.


– visitar Stedelijk museum – arte moderna, Mondrian, Kadinsky e afins 

O fractal de Manderbolt no centro desta peça de crochet

(pernas da mesa – troncos de cone em acrílico cheias de peluches compactados – gostei muito desta ideia)


– visitar a casa de Anne Frank – uma visita feita em silêncio, onde não se pode tirar fotografias, divisões vazias contendo nas paredes diversas citações do seu diário. Espaço onde residiram a tempo inteiro, literalmente, 2 famílias (8 pessoas) durante 2 anos com as janelas entaipadas. Durante a visita ocorreu-nos esta dúvida “Será que os turistas alemães fazem esta visita? O que pensaram e sentiram?”

– passear no Red Light District, é perfeitamente seguro até às 23h, há imensa gente nas ruas, essencialmente turistas, tem muitos restaurantes e Coffee Shops, onde se pode comprar e usufruir das ervinhas e cogumelos mágicos. Relativamente às casinhas da luz vermelhas, é um “espetáculo” um pouco deprimente, onde há para todos os gostos, magras, gordas, novas, velhas mas, curiosamente, poucas com ar holandês ou nórdico, todas tinham um ar “latino”…




Havendo tempo, alugar um carro (Holland Pass dá descontos na Avis) e ir à descoberta da Holanda e perceber que, como dizem a Cristina e o Nuno que já lá viveram, “Há Amesterdão e depois há a Holanda.” Como por exemplo, a 2 km da Amesterdão estamos já no “campo”; Roterdão,Leiden e Haia são cidades com um estilo arquitetónico, turístico, rodoviário, etc, muito diferentes de Amesterdão. 

(Voledam)

(Edam)

(Haarlem)

(Roterdão)

(Delft)

(Haia)

Nota 1- com um bom GPS é facílimo, desde que entendamos a bicheza, circular nas estradas holandesas e nas principais cidades. Devo confessar que ganhei outro respeito pelo nosso quando nos levou diretinhos ao rent a car no centro de Amesterdão.

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