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Um belo dia no Parque Ambiental de Santa Margarida!

O Parque Ambiental de Santa Margarida é um espaço amplo, bonito, bem cuidado com o único borboletário tropical do país, uma torre de vigia com uma vista deslumbrante, uma simpática biblioteca, um parque de merendas, um campo de futebol/basquetebol e um parque infantil! O sítio ideal para passar um belo dia entre amigos e/ou família e em contacto com a natureza. 

 

Vale a pena visitar o Borboletário Tropical que tem uma simpática e esclarecedora visita guiada com explicações sobre o ciclo de vida destas borboletas, as diferentes espécies e as suas características. As borboletas são enormes comparadas com as existentes em Portugal, super coloridas e esvoaçam muito perto dos visitantes, chegando a pousar neles! A temperatura interior ronda os 28ºC e o grau de humidade é elevado para simular o ambiente de proveniência das borboletas.  É um espetáculo de cor e de movimento. Pequenada gostou muito e os pais também!
 

 

(duas borboletas a acasalarem)

 

 

(o tamanho de um borboleta comparado com o dedo do pequeno do meio)

 

 

 

(Borboleta mocho)

 

(Crisálidas. É nesta forma que as borboletas chegam ao borboletário. Dependendo da espécie, o preço de cada Crisálida pode variar entre 1 e 3,5€. Neste momento, há várias espécies que já se reproduzem no borboletário)

(As lagartas, imensas, nas folhas de bananeira)

 
Fizemos um belo de um piquenique regado com muita brincadeira, convívio e bons momentos com alguns dos amigos de sempre 🙂 e ainda construímos astrolábios e relógios de sol numa ação da ciência viva no verão!

 A construção do quadrante.

Cada um, utilizando o seu quadrante mediu a amplitude (ângulo) que os raios solares “faziam” com o chão. Os valores apurados foram entre 56º e 58º.
Num astrolábio “mais fixo, sólido e rigoso” obtivemos 56º. Máximo Ferreira questionou a pequenada sobre o que esperavam que acontecesse quando, passado 1 hora, voltassem a medir a amplitude se esta diminuiria ou aumentaria. Assistência atenta foi unânime em considerar que a amplitude diminuiria uma vez que o sol caminhava para o horizonte (pôr do sol). De seguida, perguntou-lhes se alguma vez, durante um dia, obteríamos uma amplitude de 90º, a maioria achou que sim, identificando as 12h00 associando ao facto de não haver sombra. Mais um mito foi quebrado, quando esclareceu que isso só se verifica no equador e deu indicações para que fizessem a experiência no dia seguinte às 12h00 para confirmarem.
 
Passámos à construção do relógio de sol (de verão) 

 

Com a ajuda de uma bússola “encontrámos” o Norte e apontámos para lá os relógios solares. Depois foi só observar onde recaía a sombra da palhinha. Erro de leitura no verão +/- 1h40, no inverno, 40 minutos. Face à indignação da pequenada, devido à falta de exatidão do seu relógio solar, Máximo Ferreira explicou que, na antiguidade, os meninos não iam à escola e que as pessoas trabalhavam desde o sol nascer até este se pôr logo não tinham esta necessidade de precisão horária como hoje em dia e, como tal, as horas fornecidas pelos seus relógios de sol eram meramente indicativas, uma orientação.  
Depois da indicação de que como nunca se observa diretamente o sol quer a olho nú quer através de um telescópio. Apontámos o telescópio para observamos uma borboleta mas a borboleta estava no muro voltada a esquerda mas no telescópio parecia estar a voar para a direita … o efeito dos espelhos ou a sua ausência! Pequeno do meio e companhia decidiram resolver a questão fazendo o pino junto ao muro onde se encontrava a borboleta para aparecerem “direitinhos”, na sua opinião, aos olhos de quem os observava no telescópio. O efeito foi este e muita risota!
Para terminar, mediram novamente com os quadrante a amplitude que os raios solares faziam com o chão e como tinham previsto tinha diminuído para 48º. Em seguida, utilizando um transferidor, um fio, o elemento mais alto e o mais baixo da assistência e as respetivas sombras, mostrou que se obtinha exatamente o mesma amplitude de 48º, impressionando a audiência :)!

 

(Uma explicação matemática e genérica da questão, mais para os graúdos, referindo a semelhança de triângulos 🙂

 

 
 
Ainda houve tempo para saltar à corda, jogar futebol, fazer uma tomada ao castelo (parque infantil), passear e correr no parque, apreciar o funcionamento da picota e molhar os pés e não só e fazer uma corrida na subida à torre de vigia. Um dia em cheio com um cheirinho às férias que estavam a chegar, um post com uma atraso de quase 1 mês e meio … as férias, as férias!

 

 

 

 

No regresso, pequenada de rasto a fazer uma sesta ao pôr do sol, e Constância à vista!
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