Nota

Um dia cheio de ciência!

Em mais uma iniciativa do Ciência Viva no Verão, fomos até ao Jardim Botânico perceber por que ocorrem, o que acontece e o que devemos fazer durante um terramoto e um tsunami entre outras coisas.
A explicação da Proteção Civil que devemos estar preparados, no caso de ocorrência de alguma catástrofe natural, e ter o nosso kit de emergência por perto. Demonstração do que deve conter um kit de emergência e dos procedimentos a adotar em caso de terramoto.

Uma caça ao tesouro no jardim para encontrar os vários elementos que devemos ter no kit de emergência.

Pequenada numa plataforma que simula um sismo. Repetiram várias vezes, viver emoções fortes parece estar-lhes na massa do sangue!
O comportamento de várias casas, tendo em conta a sua altura, durante um tremor de terra, simulado por um skate.
 

A importância e o papel das gaiolas pombalinas na estabilidade dos prédios durante um sismo

Simulação das ondas P (primárias) e das ondas S (secundárias) durante um terramoto. A simulação de ondas S permitiu-lhes derrubar as latas, oscilações e vibrações, as ondas P são as primeiras que se sentem durante um terramoto e são uma espécie de compressão (com a mesma direção).  Observaram ainda um sismógrafo e o que este regista quando damos saltos nas “suas redondezas”    
Simulando a onda provocado por um tsunami. Causou sensação e alguns salpicos 🙂 Em caso de tsunami, devemos dirigir-nos para um sítio alto o mais longe possível da costa. Os barcos devem dirigir-se ao alto mar onde estarão bem mais seguros que em qualquer porto. 

 

Pangeia – o puzzle

 

“A separação dos continentes”, devido à movimentação das placas tectónicas: a Índia “deixa” a África e junta-se à Ásia.

 

Simulando, com uma folha de lasanha, a deformação e o que pode acontecer quando as placas tectónicas “são alvo” de forças diversas e com várias intensidades. Muito elucidativo para a pequenada.
No final da ação, aproveitámos para visitar o jardim botânico e o seu borboletário (fauna ibérica). 

 

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Para terminar, fomos visitar o Museu de História Natural e da Ciência

O laboratório e o auditório de Química da Escola Politécnica fez as delícias dos manos mais velhos que o associaram, de imediato, às aulas de Poções Mágicas do Harry Potter e tivemos direito a um aula dada pelo pequeno do meio. 

A exposição Formas e Fórmulas

 

 

A pequenada entusiasmou-se muito na exposição histórica de participativa de física! Pêndulos, planos inclinados e roldanas estão no top das preferidas.

A exposição da Física e dos Jogos Matemáticas através dos tempos foram aquelas onde estivemos mais tempos e as mais apreciadas pela pequenada 🙂

As “pavimentações”
Os geoplanos

 

Jogando ao semáforo
 
Brincando com as Torres de Hanoi, pimpolha mais velha a começar a dominar a técnica.
 
Jogando Hex
 
Por fim, a exposições dos dinossauros que fez as delícias do pequeno do meio e uma passagem rápida, que o dia já ia longo e a pequenada começava a dar sinais de cansaço, nas restantes exposições.
 
Um dia em cheio! Adoraram viajar de metro embora, em Lisboa, para uma família numerosa, fique mais barato usar o carro e estacionar nos parques de estacionamento pagos, quando os há e têm lugares disponíveis! Não deixa de ser triste e caricato …
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