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Acampando em terras da Beira Baixa!

Há uns tempos que a hipótese pairava no ar mas, este ano, após 10 anos de interregno, voltámos a acampar, agora muito bem acompanhados! Deixámos a nossa pequena tenda para dois para usufruir de uma tenda XL para 5 e as respetivas bagagens. Muito produtivos ;)! Quando, inicialmente, falámos à pequenada, na hipótese de ir acampar as questões que nos colocaram foram variadas, algumas roçando o hilariante “Como é que isso se faz mesmo? Temos uma sala? E televisão? Como não há casa de banho?!”. Depois de devidamente esclarecidos estes e outros pontos, pequeno do meio teve a ideia inovadora de sugerir que levássemos uma sanita portátil!
Há várias formas de fazer e estar no campismo! Para nós foi, e continua a ser, um meio de viajar, tipo nómada, passar uns dias diferentes em contacto da natureza, numa alojamento mais barato e também confortável, sim, temos uns belos colchões de ar, longe das confusões e dos destinos de massa, sem necessidade de fazer e cumprir reservas, seguindo ao sabor do vento e da vontade! 
No entanto, temos algumas regras elementares das quais não abdicamos:
– NUNCA fazemos campismos em praias durante a época alta. Fugimos de todo e qualquer destino de/em/para “massa” como o diabo foge da cruz!
– Escolhemos sempre parques que tenham comprovadamente boas condições: SEMPRE.
– Se algo não nos agrada, no parque ou no sítio, no dia seguinte de manhã, arrumamos as tralhas e rumamos a outro destino.
 

 

Para a nossa 1ª experiência de campismo com os miúdos, jogámos em segurança e fomos até ao tranquilo Parque de Campismo de Idanha-a-Nova (exceptuando na altura do Boom festival). A pequenada adorou a experiência de acampar, de dormir no saco de cama, andar e brincar à vontade no parque, entre muitas outras coisas.
Desconfio que, face ao calor que se fazia sentir e como é seu hábito, os mergulhos na piscina, foram dos momentos mais apreciados pela pequenada!Aproveitámos para fazer uma visita cultural a Idanha-a-Velha. 

(O lagar de varas que agora funciona como Posto de Turismo) 
(Um repuxo bem bonito e que é um relógio de sol!)
Visitámos também a apelidada aldeia mais portuguesa de Portugal: Monsanto

 

 

 

 

(De Monsanto avista-se a Barragem de Idanha-a-Nova)
(Barragem de Idanha-a-Nova, ao fundo no plano mais elevado: Monsanto)
Os jardins da Feira Raiana em Idanha-a-Nova

 

Fizemos um belo piquenique à beira da barragem de Penha Garcia

 

Fomos em busca dos icnofósseis, vestígios das movimentações das trilobites que habitaram na zona, quando esta era um mar pouco profundo, à cerca de 490 milhões de anos.  Encontrámos várias no museu dos icnofósseis e alguns nas escarpas ao longo do percurso 

 


A casa do antigo moleiro e um moinho de água, que ainda se encontra em funcionamento! 

 

(o único residente do moinho: o morcego)

 

 

E, no final do percurso, o merecido e muito fresquinho mergulho na Praia Fluvial do Pego com os icnofósseis à vista!

 

 

 

 

(Penha Garcia)
Foram 2 dias cheios de emoções, experiências novas e visitas muito interessantes. 
A pequenada achou demasiado curta a estadia no campismo, como tal na semana seguinte voltámos a acampar, desta vez 1 semana, no cimo de uma serra muito bonita e cheia de encantos (cenas dos próximos capítulos).
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