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Namorada(s) do pequeno do meio

Traduzindo a lista/enumeração, que contém diversas incorreções ortográficas (pelo menos), das características que pequeno do meio acha que uma namorada (sua) deve ter:

“bonita, inteligente, rápida a correr, cabelo ondulado e amarelo e comprido, olhos azuis, pele suave, não agressiva, não pode ser convencida nem estúpida”

Nota: negritos da minha autoria :). Não faço a mais pálida ideia donde e porquê surgiu esta lista, investigação em curso!

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Keep Calm, o TPC é dele e não teu!

Duas realidades opostas na realização do TPC: pimpolha mais velha faz com prazer e despacha tudo assim que chega a casa, já o pequeno do meio está até à última e detesta, se forem de Português então, ui, ui, mas sabe que não fazer não é um hipótese e lá vai gerindo o seu tempo, onde em 1º lugar estão os Legos e tonteiras e depois, muito depois, quando o jantar se avizinha, trata do assunto. Desde o final do 2º período do 2º ano de ambos (portanto pequeno do meio está a entrar no período experimental) que não corrijo, não verifico, nem acompanho a realização do TPC, a não ser que peçam ou tenham dúvidas, de nenhum deles … até ao dia que “traírem” a confiança e aí estão feitos ao bife! Também não estudo com nenhuma dos dois, pergunto-lhes a matéria que sai para o testes para poder escolher fichas adequadas da colectânea que reuni e depois eles põem mãos à obra. Até agora tem corrido muito bem … vamos ver no futuro!

Enquanto professora, raramente envio TPC, e quando envio é para terminarem algum exercício que ficou por concluir na aula, a malta já é crescida, mas dou muitas fichas para realizarem autonomamente e depois colocarem as dúvidas.

Aqui fica o meu post desta semana no blogue Com Regras: “Keep Calm, que o TPC é dele e não teu”:

O famigerado trabalho de casa (TPC) – odiado por muitos, amado por poucos, como é norma na área da educação, comentados por todos. Algumas notas de saudável convivência e/ou sobrevivência ao TPC para proponentes, destinatários, opositores, defensores e comentadores:

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Flor de Nutella

Vistosa, saborosa, altamente calórica mas fácil de fazer!

Ingredientes
3 folhas de massa quebrada (fica melhor do que com massa folhada, menos gordurosa)
1/frasco de Nutella

Preparação
É só seguir as indicações do vídeo (não utilizei a técnica do prato para ficar um círuclo perfeito) 

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Para onde vamos quando desaparecemos?

Transmitir a perda de um ente querido, o seu significado a uma criança, imagino, que seja muito complicado. As crianças, na sua ingenuidade e munidas do seu pragmatismo, colocam muitas perguntas, porquês, que muitas vezes  nos ocupam a mente mas não ousamos verbalizar mas que surpreendem pela sua simplicidade e pelo complexo que é responder-lhes.

Há livros infantis fantásticos, que são um consolo para a alma, é o caso do livro “Para onde vamos quando desaparecemos?” do Planeta Tangerina, que trata com uma maestria louvável este difícil tema. Vale mesmo a pena ler, apreciar a simplicidade e beleza de “argumentos” e acreditar …

Para ti minha linda e doce Rute com um xi-coração bem apertadinho!

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Portugueses, entre os que menos gostam da escola?

Health Behaviour in School-aged Children é um estudo realizado, de quatro em quatro anos, pela OMS,  e pretende avaliar hábitos, consumos, comportamentos, com impacto na saúde física e mental, em diferentes fases de crescimento: aos 11, aos 13 e aos 15 anos. Mais de 22o 000 alunos europeus e norte americanos, dos quais 6000 eram portugueses, participaram na edição de 2014/2015. Consultar os resultados da edição de 2014/2015

Em 1997/1998, os alunos portugueses eram dos que mais gosto demonstravam pela escola (2º posição em 28 países), situação que se alterou drasticamente com o passar dos anos, em 2014/2015, ocupamos a 33ª posição, onde apenas 11% das raparigas e 14% dos rapazes afirmam gostar das escola. Curiosamente, a pressão do trabalho escolar não parece ser o principal factor para este não gostar da escola como mostra o gráfico em baixo …

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Dados preocupantes:

“Em Portugal, contudo, como já se viu, a escola não parece ser grande fonte de felicidade. E os temas “satisfação com a vida” e “bem-estar” foram mesmo dos mais surpreendentes no inquérito português quando ele foi divulgado no fim de 2014. Quase um em cada três adolescentes disse que se sentia deprimido mais do que uma vez por semana. Eram 13% em 2010. E um em cada cinco alunos do 8.º e 10.º anos magoara-se a si próprio nos 12 meses anteriores ao inquérito, sobretudo cortando-se nos braços, nas pernas, na barriga.”

“As meninas portuguesas de 13 anos são mesmo das que têm mais excesso de peso nos 42 países analisados: 24% têm peso a mais ou estão já obesas, sendo que uma prevalência igual é observada no Canadá e maior só em Malta.”

“Aos 11 anos, por exemplo, entre 11% (raparigas) e 17% (rapazes) disseram que foram alvo de bullyingna escola, “duas ou três vezes por mês nos últimos dois meses”. A média é 13%. O país tem, assim, a 16.ª taxa mais alta de alunos de 11 anos que se dizem vítimas de bullying. O cenário piora quando se avalia a percentagem de adolescentes que foram vítimas “pelo menos uma vez nos últimos dois meses” — ou seja, quando se procura aferir um bullying menos frequente, 34% dos alunos de 15 anos dizem ter sido vítimas. Bem acima da média HBSC de 23%.”
Citações do artigo do Público , que vale a pena ler na íntegra.

Importa meditar sobre estes dados, identificando as causas e procurando soluções. Muitos dirão que a Escola é a culpada, solução fácil! Certamente, que a Escola tem a sua cota parte de culpa, num modelo que varia conforme quem governa sem parecer existir um fio condutor e onde o mais importante é muitas vezes relegado para 2º plano, mas também muito mudou na educação das crianças em termos de valores, responsabilização, objetivos, socialização e ocupação de tempos livres.